UM UNIVERSO DE LENDAS, MITOS E FOLCLORE. Estar no Pará é viajar por um universo gigante de cultura e tradições. O paraense respira o ano inteiro músicas, danças, lendas e mitos. O folclore apresenta suas indumentárias e coreografias singulares, acompanhadas de ritmos arrebatadores. Carimbó, Siriá, Lundu, Toadas de boi não deixam ninguém ficar parado, nem mesmo o espectador mais comportado. AO LONGO DO ANO, é possível assistir e, mesmo, participar dos vários eventos culturais que acontecem em todo o Estado. A Marujuda, em Bragança; Sairé, em Santarém; Círio de Nazaré, em Belém; Festival do boi de máscara, com o inesquecível Boi Tinga, em São Caetano de Odivelas; Festival do Açaí, em Inhangapi; Carnaval dos Mascarados, em Óbidos, são apenas alguns exemplos dos vasto poder de criatividade e diversão que o Estado proporciona aos habitantes ou visitantes. Todos eventos caracterizados pela espontaneidade e participação popular. O PARÁ reúne a modernidade dos grandes estados brasileiros e o privilégio de estar incrustado na região mais bela do Planeta, a Amazônia. Por isso, em território paraense, além do contato com infra-estrutura necessária para maravilhosos passeios, ainda é possível se tornar íntimo da cultura dos índios amazônicos, onde os traços dessa cultura estão bem visíveis na culinária, folclore, no vocabulário e na formação étnica do povo. Na região há mais de 30 grupos indígenas diferentes, muitos deles ainda vivendo no seu ambiente natural. Outros estão localizados nas várias reservas indígenas situadas no Estado. A CULTURA INDÍGENA é a grande responsável pela presença de ervas medicinais, raízes milagrosas, amuletos, banhos-de-cheiro, olhos de boto, dentes de jacaré e animais empalhados nas feiras populares do Pará. Todos esses itens são obtidos através de contato direto com a selva amazônica, traduzindo a alma da região.
O ESTADO DO PARÁ
“Quem vai ao Pará, parou; tomou açaí, ficou...” (provérbio paraense)
O açaí é uma fruta de uma palmeira de mesmo nome. Da fruta se extrai um suco que é apenas uma das delícias do Pará, espalhadas num território de mais de um milhão de quilômetros quadrados. O Pará é um dos Estados do Norte do Brasil. É em seu território que o rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico. A rica natureza amazônica dotou o Pará de praias oceânicas e de água doce, áreas de floresta virgem, serras, lagos e a maior parte dos rios amazônicos.
Sua capital, Belém, é uma das cinco maiores regiões metropolitanas brasileiras e dispõe de completa infra-estrutura urbana. Abriga uma das maiores universidades do Brasil, e dispõe de um significativo conjunto de museus, espaços culturais eruditos e populares, amplamente utilizados pelos seus residentes, quase dois milhões de habitantes.
Com uma cultura de forte herança indígena, mesclada por levas de migrantes europeus, africanos e asiáticos, o Pará tem ritmos e paladares próprios: a generosa natureza amazônica fornece a matéria prima para uma gastronomia de toques exóticos, já presente em restaurantes internacionais; para instrumentos musicais, peças de decoração, e manifestações folclóricas exclusivas.
Os atrativos naturais estão em todas as regiões do Pará. Na capital, Belém, há espaços culturais e de entretenimento, com ênfase no patrimônio histórico. Belém é também porta para o turismo de negócios. E no mês de outubro se transforma na capital do turismo religioso. É o "Natal" dos paraenses: o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Já na Costa Atlântica, em especial Salinópolis, o destaque é para as praias de oceano. Elas somam mais de 20 quilômetros de extensão. No oeste do Estado, o turista encontra o Tapajós, onde está Santarém, conhecida como a "Pérola do Tapajós". Praias fluviais exóticas onde pode-se apreciar o encontro entre as águas barrentas do rio Amazonas com as águas esverdeadas do Tapajós. Um espetáculo formado por rios que correm juntos por quilômetros, sem se misturar. Lá está a praia mais famosa, Alter do Chão, conhecida como "Caribe Amazônico". Para quem procura turismo ecológico, o rumo é o Marajó. Maior ilha flúvio-marítima do mundo, localizada na foz do Amazonas, possui inúmeras atrações. Da culinária aos cenários de pantanal com riqueza de flora e fauna, o Marajó é lugar para lembrar que a natureza é mãe de todas as belezas. E que a vida merece momentos de silêncio e contemplação. INFORMAÇÕES - PÓLO BELÉM DE TURISMO
Em meio à reestruturação pela qual passa o Turismo, em nível da capital paraense e demais municípios que integram a Região Metropolitana de Belém, o Pólo Belém de Turismo, integrante do Fórum Estadual de Turismo, coordenado pela Paratur, sob o comando de um grupo gestor, registra várias ações desenvolvidas para produzir efeitos há muito esperados neste importante segmento. O empresário Cezar Coimbra, do Belém Convention Visitor & Bureau, ao explicar o direcionamento dado ao segmento de Eventos & Negócios esclarece que “O Belém Convention Visitor Bureau, como todos os Conventions & Visitors Bureaus do mundo, é focado, basicamente, no turismo. No turismo em toda a sua plenitude, desde o turismo de eventos e negócios até o turismo convencional e demais segmentos. No momento, o Belém Convention & Visitor Bureau foca suas ações, praticamente, no setor de eventos e negócios, pois entendemos que após décadas de procura no desenvolvimento do turismo convencional para a cidade de Belém não fomos felizes até agora. Então, por vários motivos (e sabemos esses motivos), uma das dificuldades principais vamos dizer é a carência de produtos prontos, não só da cidade de Belém, mas de todo o Estado do Pará. No caso específico de Belém é uma cidade que tem todas as condições de receber o turista, mas quando ela já se encontra na cidade. Temos várias atrações de lazer, a nossa infra-estrutura hoteleira, estrutura de bares, restaurantes, aeroporto, rodovias, enfim, o que o turista necessita, na verdade, se encontra na cidade. Mas quanto às iscas principais, as iscas básicas (que assim nós denominamos), ainda carecem de grandes atrações que façam com que o turista venha à nossa cidade para usufruir das belezas e das várias atrações, principalmente culturais, e a cidade, e o Estado do Pará, são riquíssimos nesse aspecto. Então entendemos que, através do turismo do segmento de eventos e negócios, seria um caminho natural para que atingíssemos, futuramente, a plenitude do turismo convencional. Dessa maneira, após a inauguração do Hangar, que podemos dizer que é a nossa praia, o que foi, após vários anos e décadas, de luta para que obtivéssemos a construção desse Centro de Convenções, agora, no ano de 2007, ele foi inaugurado e após isso, em 2008, o Belém Convention imprimiu um trabalho bastante forte no sentido de captar eventos, congressos e convenções, e negócios de todos os tipos para a cidade de Belém. Felizmente, estamos obtendo o sucesso que já era esperado, pois tínhamos essa idéia, porque nos nossos hotéis a ocupação em torno de 95% são de homens de negócios. Nada mais certo, portanto, do que trabalhar em cima desse segmento. Acreditamos que daqui para frente, o sucesso de eventos e negócios será cada vez maior e o que vai dar sustentabilidade para o turismo local, as empresas e, principalmente, para a hotelaria e os prestadores de serviços para o setor de turismo estão plenamente satisfeito nesse aspecto. Com relação à esperada escolha da cidade de Belém para uma das sub-sedes da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, disse o empresário que “bem, acho que temos todas as condições para que isso venha a ocorrer. Assim como aconteceu no Fórum Social Mundial, que previa-se, grande parte, esperava-se que o Fórum Social Mundial não fosse correr a contento, mas felizmente correu e foi excelente, acho que pela receptividade até das próprias pessoas que vieram á cidade e que saíram daqui satisfeitas. A mesma coisas é com relação à Copa do Mundo. Acho que a população tem que ser otimista. Não ser otimista apenas por ser otimista, mas temos a infra-estrutura com mais de cinqüenta por cento pronta, o que n ao ocorre com muitas cidades que também estão pleiteando. Agora com a condição de doze sub-sedes para a Copa de 2014, aumentaram ainda mais as nossas chances., e acreditamos que Belém terá sucesso total nessa questão e uma das maiores vantagens de vc ter Belém com uma das sub-sedes, é exatamente a promoção da cidade. É fato que dificulta bastante, hoje em dia, até mesmo na questão do turismo, no que concerne à captação de eventos de negócios para a cidade, por Belém ainda ser uma cidade ainda desconhecida no resto do Brasil, em parte do resto do Brasil, e com esta promoção, já que aconteceu com o FSM e, agora, se Deus quiser, com a Copa do Mundo de 2014, acreditamos que Belém será inserida no calendário nacional de turismo em todos os segmentos”. O turismo na Região Metropolitana de Belém, que há muito é alvo de críticas por parte de observadores em vista de alguns pontos que, ainda, não apresentaram respostas satisfatórias aos interesses de visitantes, tanto a nível nacional, quanto internacional, vive momento de mudanças. A partir da necessidade de não perder vantagens de apoio oficial, assim como por uma questão de “mea culpa” coletiva, integrantes da estação de governança do Pólo Belém de Turismo decidiram mudar o rumo das ações que norteiam esse segmento. Uma coisa é certa: não é mais possível adotar uma posição passiva diante do quanto pode ser feito em busca de um perfil mais integrado entre os diversos atores que fazem parte do trade. Não se trata de “chorar sobre o leite derramado” ou mesmo “buscar um bode expiatório” para responsabilizar por esta ou aquela situação. Trata-se de uma virada de mesa, com adoção de promissoras ações que partem de um único compromisso: cada entidade integrante do que se convencionará chamar de grupo gestor assumir e executar as tarefas a ela destinadas. Com um diferencial, procurando mudar algo que sempre foi evidente nesta área, a falta de interligação entre importantes segmentos, não por falta de empenho com esse objetivo, mas sim em vista de uma certa letargia ou, para ser mais incisivo, desinteresse em aglutinar forças em busca de um objetivo comum que fosse. Como afirmaram visitantes, por ocasião da IV FITA, Feira Internacional do Turismo, “percebe-se, sem dificuldade, que aqui prevalece a chamada Lei de Murici, ou seja: cada um cuida de si”. A estratégia de delegar ao “Convention & Visitor Bureau” a coordenação das ações que visam implementar o segmento de serviços, assim como continuar alavancando os segmentos negócios e eventos, aparece como uma fórmula viável para o alcance de objetivo principal que, na sua esteira, traz desdobramentos há muito aguardados e que, com certeza, melhorarão a infra-estrutura turística da RMB. Não resta dúvida que não será apenas a mudança de executores que mudará, da noite para o dia, como em um passo de mágica um panorama que de tão dificultoso se mostrava sombrio e, o que é mais delicado, sem que se vislumbrasse, pelo menos, uma tênue saída no fim do túnel. No entanto, como enfatiza Conceição Silva e Silva, da Paratur, “era necessário fazer alguma coisa para mudar esse quadro”. Resta saber, eu acrescento, até que ponto se manterá o empenho para que mudanças satisfatórias aqui sejam registradas. É aguardar para conferir! (Nilton Guedes/Agência de Notícias Gerais)O turismo na Região Metropolitana de Belém, que há muito é alvo de críticas por parte de observadores em vista de alguns pontos que, ainda, não apresentaram respostas satisfatórias aos interesses de visitantes, tanto a nível nacional, quanto internacional, vive momento de mudanças. A partir da necessidade de não perder vantagens de apoio oficial, assim como por uma questão de “mea culpa” coletiva, integrantes da estação de governança do Pólo Belém de Turismo decidiram mudar o rumo das ações que norteiam esse segmento. Uma coisa é certa: não é mais possível adotar uma posição passiva diante do quanto pode ser feito em busca de um perfil mais integrado entre os diversos atores que fazem parte do trade. Não se trata de “chorar sobre o leite derramado” ou mesmo “buscar um bode expiatório” para responsabilizar por esta ou aquela situação. Trata-se de uma virada de mesa, com adoção de promissoras ações que partem de um único compromisso: cada entidade integrante do que se convencionará chamar de grupo gestor assumir e executar as tarefas a ela destinadas. Com um diferencial, procurando mudar algo que sempre foi evidente nesta área, a falta de interligação entre importantes segmentos, não por falta de empenho com esse objetivo, mas sim em vista de uma certa letargia ou, para ser mais incisivo, desinteresse em aglutinar forças em busca de um objetivo comum que fosse. Como afirmaram visitantes, por ocasião da IV FITA, Feira Internacional do Turismo, “percebe-se, sem dificuldade, que aqui prevalece a chamada Lei de Murici, ou seja: cada um cuida de si”. A estratégia de delegar ao “Convention & Visitor Bureau” a coordenação das ações que visam implementar o segmento de serviços, assim como continuar alavancando os segmentos negócios e eventos, aparece como uma fórmula viável para o alcance de objetivo principal que, na sua esteira, traz desdobramentos há muito aguardados e que, com certeza, melhorarão a infra-estrutura turística da RMB. Não resta dúvida que não será apenas a mudança de executores que mudará, da noite para o dia, como em um passo de mágica um panorama que de tão dificultoso se mostrava sombrio e, o que é mais delicado, sem que se vislumbrasse, pelo menos, uma tênue saída no fim do túnel. No entanto, como enfatiza Conceição Silva e Silva, da Paratur, “era necessário fazer alguma coisa para mudar esse quadro”. Resta saber, eu acrescento, até que ponto se manterá o empenho para que mudanças satisfatórias aqui sejam registradas. É aguardar para conferir! Nilton Guedes - Agência de Notícias Gerais Rodrigo Bentes – Portal Isto é Amazônia |