Reflorestamento – É um ato de consciência ambiental, e também uma solução inteligente e ecológica para suprir a demanda de matéria-prima para as indústrias de construção, moveleira e de papel e celulose, mas tem de ser feito com cuidado, experiência e conhecimento. Os objetivos de um reflorestamento podem ser comerciais ( produção de produtos madeireiros e não-madeireiros) ou ambientais (recuperação de áreas degradadas, melhoria da qualidade da água, etc.). Neste Ambiente, o Portal ISTO É AMAZÔNIA disponibilizou para você o que há de mais moderno e eficiente no setor florestal, tanto no que diz respeito ao manejo adequado da floresta e de reflorestamentos bem como para a certificação de Florestas e Produtos. Além disso, contamos com a experiência da Agropecuária Pingo de Ouro, como parceiro comercial. O Reflorestamento da Pingo de Ouro teve inicio em 1999 e está localizado no município de Ulianópolis, Estado do Pará, Brasil e atualmente conta com uma área de 700 hectares de Teca e 1300 hectares de Paricá, com possibilidade de expansão para mais 4000 hectares. “Em uma região que desponta como um futuro pólo moveleiro e industrial da madeira no estado, reflorestar é sinônimo de visão de futuro e preservar o que ainda existe de patrinômio natural. Investir em reflorestamento reflete uma tendência mundial que o Brasil terá que adotar. A consciência de estarmos contribuindo para a preservação ambiental, além do lucro no negócio, nos dá a certeza que escolhemos o caminho certo”. Comenta Eliseu Zavarize, proprietário do Reflorestamento Pingo de Ouro.
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Pará - Belém sediará em janeiro de 2009 um dos maiores eventos internacionais da atualidade: o Fórum Social Mundial (FSM), que reúne várias organizações não-governamentais contra as políticas neoliberais por meio de debates e ações práticas em favor da igualdade social nos países. Para definir a organização do evento e sua realização na capital paraense, cem representantes de entidades que compõem o Conselho Internacional do Fórum, responsável pelo FSM, discutem temáticas e estratégias desde ontem até o dia 1º de novembro em uma grande reunião de trabalho no Hotel Sagres, em Belém. |
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Amazônia - Espécies comuns de árvores na Amazônia devem sobreviver mesmo nos piores cenários de desmatamento relacionado à construção de estradas, porém, mais da metade das espécies raras devem ser extintas, de acordo com um estudo do Instituto Smithsoniano, uma instituição educacional e de pesquisa ligada ao governo norte-americano. Segundo esse estudo, a taxa de extinção das espécies raras passa os 50%, em um cenário adverso. |
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