UM UNIVERSO DE LENDAS, MITOS E FOLCLORE. Estar no Pará é viajar por um universo gigante de cultura e tradições. O paraense respira o ano inteiro músicas, danças, lendas e mitos. O folclore apresenta suas indumentárias e coreografias singulares, acompanhadas de ritmos arrebatadores. Carimbó, Siriá, Lundu, Toadas de boi não deixam ninguém ficar parado, nem mesmo o espectador mais comportado. AO LONGO DO ANO, é possível assistir e, mesmo, participar dos vários eventos culturais que acontecem em todo o Estado. A Marujuda, em Bragança; Sairé, em Santarém; Círio de Nazaré, em Belém; Festival do boi de máscara, com o inesquecível Boi Tinga, em São Caetano de Odivelas; Festival do Açaí, em Inhangapi; Carnaval dos Mascarados, em Óbidos, são apenas alguns exemplos dos vasto poder de criatividade e diversão que o Estado proporciona aos habitantes ou visitantes. Todos eventos caracterizados pela espontaneidade e participação popular. O PARÁ reúne a modernidade dos grandes estados brasileiros e o privilégio de estar incrustado na região mais bela do Planeta, a Amazônia. Por isso, em território paraense, além do contato com infra-estrutura necessária para maravilhosos passeios, ainda é possível se tornar íntimo da cultura dos índios amazônicos, onde os traços dessa cultura estão bem visíveis na culinária, folclore, no vocabulário e na formação étnica do povo. Na região há mais de 30 grupos indígenas diferentes, muitos deles ainda vivendo no seu ambiente natural. Outros estão localizados nas várias reservas indígenas situadas no Estado. A CULTURA INDÍGENA é a grande responsável pela presença de ervas medicinais, raízes milagrosas, amuletos, banhos-de-cheiro, olhos de boto, dentes de jacaré e animais empalhados nas feiras populares do Pará. Todos esses itens são obtidos através de contato direto com a selva amazônica, traduzindo a alma da região.
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Amazônia - Dados divulgados hoje pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente na Amazônia (Imazon) mostram que no mês de junho a Amazônia perdeu 99 quilômetros quadrados (km2) de floresta. O número representa uma redução de 42% em relação a junho de 2010, quando o desmatamento somou 172 km2. Desse total 45% ocorreu no Pará, seguido por Mato Grosso (25%), Amazonas (20%) e Rondônia (10%). Em relação a situação fundiária, em junho de 2011, a maioria (62%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos de Reforma Agrária (22%), Unidades de Conservação (15%) e Terras Indígenas (1%). |
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Amazônia - Dados do desmatamento dos meses de novembro e dezembro do ano passado, divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam que a Amazônia perdeu 135 km² no último bimestre. Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou (49,9 km2), seguido pelo Pará (42,7 km2). O Amazonas, em terceiro lugar, perdeu 14,1 km2 de floresta e o Maranhão 10,6 km2. Rondônia e Acre desmataram 7,5km2 e 6,2km2, respectivamente. |
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